Entrevista de Danny Marks para o Almanaque Literário, com Nell Morato


ENTREVISTA: Danny Marks

Sua Biografia:

Danny Marks é o nome artístico de Daniel Teijeira Claro. Nascido em Santos, atualmente morador de Praia Grande. Formado em Administração e Letras, pós-graduado em Alfabetização e Letramento. Metalúrgico aposentado dedica-se atualmente a profissão de escritor, palestrante e professor de Técnicas de Redação e Escrita Criativa.

Sua carreira literária oficialmente inicia-se com a participação na antologia Anno Domini da editora Andross, onde posteriormente organizou a antologia Dias Contados.

Foi editor da editora Multifoco, onde lançou a coletânea Universo Subterrâneo. Publicou independente pela Amazon os livros Amor, sexo e outras tragédias (contos) e Sob o Signo de Tanatos. Pela editora Dragonfly, publicou O Escultor de Ossos (policial) e Deus Vapor (steampunk). Tem participações em diversas outras antologias de editoras diversas, algumas em vias de produção.

Suas Obras:

Escultor de Ossos trabalha com o nascimento de um assassino serial na cidade de São Paulo. Na história, uma repórter fotográfica acaba cruzando inadvertidamente o caminho de um homem que rouba ossos dos cemitérios, para esculpi-los e apresentá-los como obras de arte e acaba tendo um envolvimento amoroso. Lançado em eBook e como parte da coleção Criminal da Editora Dragonfly.

Deus Vapor é uma história steampunk voltada para o público jovem adulto. Trata sobre a vida de um rapaz que busca compreender os segredos da natureza e da misteriosa tecnologia do Vapor. Entre o romance com uma jovem da cidade, as questões éticas e politicas do choque cultural de novas tecnologias em comunidades rurais, há a descoberta de si mesmo, do amor, da ciência e da aventura de viver em um universo cheio de surpresas e riscos, onde não há espaços para erros e nenhuma certeza dos resultados.

O Jogo é um romance mítico, trabalha com a questão do Livre Arbítrio usando uma linguagem arquetípica em forma de romance. Um trabalho complexo de arte literária que não tem a mínima pretensão de ser comercial. A grande vantagem é que a história é mutante, ela se ajusta ao momento do leitor e induz a reflexões e apropriações que mudam completamente a história para quem a lê. Tem recebido ótimas críticas dos leitores.

Segundo O Jogo é uma nova história envolvendo os eventos posteriores ao que ocorre no primeiro livro, mas é totalmente independente. Trabalha também com arquétipos, mas desta vez supre uma visão que não foi abordada pelo primeiro livro, a perspectiva do Feminino. Nesta nova trama as relações interpessoais e a busca pela compreensão do sentido da vida se inicia com uma ausência presente. Também é um romance mítico e de difícil leitura, mas que tem encantado aos que se aventuram nessa possibilidade de mergulhar no Si Mesmo e descobrir-se.

Amor, Sexo e Outras Tragédias é um uma coletânea de contos que trabalham a questão da sexualidade sob várias perspectivas, incluindo as que podem ser consideradas trágicas e cômicas.

Sob o Signo de Tanatos é uma autobiografia romanceada com os primeiros passos de um aprendiz de bruxo. Traz verdades, muitas mentiras e ensinamentos mascarados em uma linguagem literária que tem a pretensão de ser isenta de tudo, ou quase.

Como surgiu o escritor Danny Marks?

É chavão dizer isso, mas no meu caso é verdade. Escrevo desde a infância, meu primeiro personagem era um anti-herói, uma criatura desenvolvida por monstros para salvá-los...dos humanos rsrs. Desde antes de ser alfabetizado via HQs que não conseguia ler e inventava histórias para as figuras. Quando comecei a ler de fato, devorava todo tipo de livros e cheguei a assustar a bibliotecária pública ao pegar livros que “não eram adequados à minha idade” como Jorge Amado, Gabriel Garcia Marques e outros, mas ela percebeu que entendia as histórias e passou a trocar comigo argumentações e recomendações de livros.

Mas foi Isaac Asimov quem me “incentivou” a me tornar escritor, porque li em vários livros dele sua trajetória como autor ainda na infância, seus sucessos e fracassos. Li toda a obra de Asimov, até mesmo os livros científicos e as antologias que organizou e isso marcou muito meu estilo pessoal, a diversidade de interesses, ainda o tenho como meu grande Mestre em Escrita por sua linguagem simples, em histórias complexas e bem amarradas, inclusive na questão da verossimilhança e lógica textual.

O nome Danny Marks, porém, é anterior a carreira de escritor. Aos treze anos me interessei por misticismo e cheguei a estudar e me iniciar em diversos estilos de magia, chegando a criar um grupo de estudos e desenvolver a Ciência Evolucionária, um ramo da magia tecnológica vinculado à psicobiofísica. Como na época era proibido usar nomes pessoais nos trabalhos, inscrevi minhas teses A Ciência Evolucionária, O Caos Contido e A Lei da Completude, com o pseudônimo, uma corruptela do termo “A marca de Daniel” ou Danny’s Mark, que virou Danny Marks. Eu já lia Asimov e muito do orgulho dele pelo trabalho que fazia me inspirou também rsrs.

Desde a infância sempre publiquei em pequena escala, ganhei prêmios literários menores e sem repercussão, mas só depois de adulto e próximo de aposentadoria que realmente me dediquei à carreira literária, até porque viver de escrita no Brasil é para poucos e é preciso pagar as contas.

Leia a entrevista completa em http://almanaqueliterario.com/danny-marks

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